A Guiness torna-se vegan depois de 256 anos sem alterar a receita

A partir de 2016 a Guiness deixará de utilizar ictiocola, um subproduto da indústria pesqueira que não é mais do que uma gelatina feita de bexiga de peixes, utilizada para remover o excesso de fermento e ajudar a tornar o processo de estabilização mais célere.

Guiness
Foto: Getty Images

Há muito que a população vegan e vegetariana pede à Guiness e outras cervejeiras para alterar o processo produtivo além de sucessivas queixas por não haver referência ao uso de ictiocola no rótulo. Em entrevista ao The Times, um porta-voz da empresa afirma: “Estamos conscientes de que a utilização de ictiocola pode representar uma barreira ao consumo de nossos produtos por algumas pessoas.” A empresa procura agora alternativas.

São já várias as marcas que fabricam produtos que excluem materiais de origem animal ou testes com animais, esforçando-se  assim por alcançar um público, mais vasto que os vegan ou vegetarianos, cujas opções de compra se baseiam na preferência por produtos que não de origem animal por razoes éticas. A tendência vai além da alimentação e bebidas: inclui cosméticos e vestuário.


About the author
Guiness
Isabel Oliva-Teles
Consultoria Estratégica
ilimitados – the marketing company

SEMINÁRIO – OS NOVOS REQUISITOS ISO 9001 – ISO 14001:2015

As normas de sistemas de gestão da qualidade e de ambiente, respectivamente ISO 9001 e ISO 14001, encontram-se em processo de revisão estando prevista a sua publicação em 2015. As alterações previstas terão impactos positivos para melhorar o modelo de gestão da estratégia das organizações.

A CONQUISTAR e os seus Parceiros GIAGI – Consultores em Gestão Industrial, ILIMITADOS- the marketing company e NÚMEROS INSPIRADOS em colaboração com a DEKRA, Certication S.L – Spain, vai promover um SEMINÁRIO, cujos objectivos são:
– Dar a conhecer as principais alterações previstas para as Normas ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015
– Dar a conhecer as vantagens competitivas, que os novos requisitos podem acrescer ao desempenho das organizações
– Promover a reflexão sobre a importância das organizações continuarem a aprofundar as boas práticas da gestão da qualidade como forma sustentável de caminhar para a excelência.
– Dar a conhecer as oportunidades de candidatura aos financiamentos Portugal 2020, no âmbito da PO Competitividade e Internacionalização, PO Capital Humano e o PO Norte e Centro.

Apanhe o próximo voo com check in às 14h45 no Painel I

Aparte

As “Relações comerciais entre Portugal e o Magrebe” não é um assunto desconhecido para o Prof. Abdelilah Suisse.

Abdelilah
Os fatores culturais na internacionalização” no próximo dia 6 de Março durante o seminário: Fly to grow a decorrer nas instalações da AIDA.

Desde 2004 que o Prof. Abdelilah Suisse está ligado ao Departamento de Línguas e  Culturas da Universidade de Aveiro, onde lecciona árabe. Pertence ao Centro de Investigação em Didática e Tecnologia na Formação de Formadores do Departamento de Educação da UA. É membro do Laboratório Aberto de Línguas Estrangeiras e também colabora com a Universidade Nova de Lisboa e a Faculdade de Letras do Porto.
–>> inscrições: http://www.facebook.com/events/1449593898605417/

Programa Eco-Inovação com novo pacote financiamento de 34,8 milhões de euros

No âmbito da sua política integrada de Qualidade, Inovação e Responsabilidade Social, a ilimitados acompanha-o na submissão e acompanhamento de projectos no âmbito do Convite da União Europeia ao Programa Eco-Inovação.

Com o programa Eco-Inovação, a Comissão Europeia lançou um novo convite à apresentação de projectos, que envolve um financiamento de 34,8 milhões de euros.

Destinado especificamente às PME que desenvolveram produtos, processos ou serviços inovadores no domínio ambiental e que enfrentam dificuldades para se implantarem no mercado, o convite abrange todos os produtos, técnicas, serviços e processos eco-inovadores destinados a prevenir ou a reduzir os impactos ambientais, ou que contribuam para uma melhor utilização dos recursos.

Este ano, o convite contempla cinco grandes domínios prioritários:

  • Reciclagem de materiais
  • Recursos hídricos
  • Produtos de construção sustentáveis
  • Atividades verdes
  • Setor dos produtos alimentares e bebidas

A taxa de co-financiamento pode atingir até 50% dos custos do projecto e a Comissão Europeia estima apoiar cerca de 50 novos projectos.

Contacte-nos para mais informações!

O consumidor digital numa sociedade complexa

Nos dias de hoje, são cada vez mais os consumidores que se encontram constantemente ligados à internet, independentemente da hora ou local, quer através de computadores, de tablets ou smartphones.

Não é por isso de admirar que o INE tenha registado entre 2002 e 2011 um crescimento médio anual de 13% no que respeita ao acesso à internet, com 60% dos portugueses a estarem conectados à rede. A utilização da internet móvel tem também crescido bastante – já são 2 milhões os portugueses que acedem à internet através dos seus telemóveis.

Javier Olivan, Director de Internacionalização do Facebook, indica que em Portugal existem à volta de 3 milhões de utilizadores activos nesta rede social – consumidores despertos para as novas formas de publicidade e que já sentem a necessidade de uma partilha de emoções, preferências e experiências com as organizações.

É natural que, cada vez mais, e especialmente devido à crise económico-financeira, a publicidade nos meios tradicionais venha a ser gradualmente substituída pela publicidade nos meios digitais. Esta última tem uma vantagem enorme relativamente à publicidade tradicional já que pode ser medida muito mais eficazmente, a ponto de permitir conhecer o retorno efectivo face ao investimento realizado pelas organizações.

De acordo com um estudo da Forrester, estima-se que no ano de 2016, os orçamentos no Reino Unido destinados a publicidade online irão mesmo ultrapassar os da publicidade em televisão. É de esperar que esta tendência se manifeste também em Portugal em breve pois os portugueses já passam mais tempo por semana a navegar na internet (14,1 horas) do que a ver televisão (13,7 horas).

Apesar deste claro crescimento, 53% das organizações presentes numa rede social admite não ter uma estratégia delineada para os meios digitais. Esta situação deve-se, em parte, à rápida velocidade com que este shift ocorreu, com muitas organizações a considerarem o online como uma moda ou até mesmo uma “brincadeira”. Uma abordagem deste género descura a necessidade de uma estratégia digital que comece desde já a construir bases sólidas para uma presença online futura.

É por isso urgente que as organizações despertem para esta realidade. Quanto mais cedo o fizerem, mais depressa conseguirão estar presentes nos motores de busca no momento exacto em que os consumidores pesquisam informação sobre um produto e, acima de tudo, transformá-los em fãs da marca, numa altura em que estes se revelam cada vez mais fiéis às organizações que são transparentes e se apresentam de forma humana.

João Arruda
ilimitados – the marketing company
In Diário de Aveiro