Seminário – Fly to Grow

Caro Empresário,

Vivemos numa época em que a diferenciação é um factor decisivo para obter sucesso nos mercados nacionais e internacionais. Contudo, a vertente cultural é um aspecto muitas vezes ignorado na nossa comunicação com o país interlocutor, o que pode condicionar e até comprometer as relações comerciais entre países.

Em qualquer processo de internacionalização é fundamental reunir um conjunto de condições e informações, que potenciem o sucesso das empresas nos mercados internacionais.

No entanto, apesar das evidentes vantagens, a internacionalização implica ultrapassar alguns desafios. Um dos principais, senão mesmo o principal, prende-se, inevitavelmente, não só com a capacidade de entender as realidades, línguas e culturas dos vários países, bem como as suas necessidades, mas também com a capacidade financeira necessária a qualquer processo de internacionalização.

Assim a AIDA em parceria com a Ilimitados e a Caixa Geral de Depósitos, vai realizar  o workshop “Fly to grow”, nas suas instalações, no dia 6 de Março, pelas 14h00, tendo como principais objectivos facultar informação sobre apoios bancários/financeiros à internacionalização,  partilhar diferentes perspectivas sobre o (des)encontro de culturas no universo empresarial e dar a conhecer as dificuldades e as vantagens encontradas no processo de internacionalização através do testemunho de algumas empresas do distrito.

Viaje connosco!

 Para garantir a sua participação deverá preencher a Ficha de Inscrição.

Fly to grow 6 de março

 

No pedalar é que está o ganho!

ilimitados responsabilidade social

A utilização de bicicletas por grupos de colaboradores de uma organização para ir e vir do trabalho é cada vez mais uma tendência associada a boas práticas sociais, empresariais e ambientais. Algumas das maiores empresas dos E.U.A., tais como o Facebook, Apple, Hewlett-Packard e General Mills tornaram-se adeptas deste conceito tendo sido consideradas “amigas do ciclismo” pela Liga Americana do Ciclismo.

Existem vários benefícios claros para o bem-estar dos colaboradores e do ambiente mas há alguns que se destacam, tais como:

  • O aumento da produtividade dos colaboradores já que a sua concentração aumenta, tornando-se mais produtivos e com um desempenho melhor e mais eficiente;
  • Melhoria da saúde dos colaboradores;
  • Redução dos custos com o estacionamento;
  • Redução das emissões de carbono;
  • Redução da rotatividade dos colaboradores, pois estes sentem-se mais valorizados;
  • Uma comunidade de ciclistas dentro da organização torna-se mais económica que a realização de contratos com ginásios;
  • Melhoria do trabalho e equilíbrio dos colaboradores reduzindo o tempo despendido no ginásio;
  • Envolvimento da comunidade já que as bicicletas podem ser produzidas localmente, criando postos de trabalho em lojas/oficinas de bicicletas locais e contribuindo para uma economia sustentável (em Aveiro temos o exemplo do designer Noca Ramos).

A utilização de bicicletas para percorrer o caminho até ao trabalho é uma prática win/win para as organizações, colaboradores e para a comunidade. Não só os colaboradores ganharão uma maior sensibilidade relativamente à comunidade e aos negócios locais como também ficarão mais bem-dispostos, pouparão recursos e melhorarão a sua saúde.

Via Taiga Company

9 mitos sobre a utilização de painéis solares

Mito 1: Os painéis solares vão tornar-se mais eficientes, por isso devo esperar

Ao contrário das tecnologias associadas aos computadores ou aos smartphones, os painéis solares têm vindo a evoluir a uma velocidade mais modesta, sendo pouco diferentes dos existentes nos anos 60. Como tal, a eficiência dos painéis solares actuais vai manter-se nos próximos anos e, uma vez instalados, continuarão a funcionar durante várias décadas.

Mito 2: Os painéis solares não são eficazes em climas frios ou nublados

Os painéis solares produzem uma quantidade de electricidade bastante significativa tanto em dias claros, como nos dias nublados. Na verdade, os painéis solares são mais eficientes em ambientes frios, comparativamente aos climas mais quentes. Apesar de isto parecer contra-intuitivo, devemos considerar que os painéis solares utilizados nas zonas mais frias do norte do país produzem apenas menos 1% do que aqueles localizados, por exemplo, nas regiões mais quentes do Alentejo.

Mito 3: Posso guardar a energia em excesso em baterias

A maior parte dos painéis solares mais recentes podem ser ligados à rede eléctrica pública, gerando electricidade que será posteriormente injectada na rede. Quando isto acontece, o contador “anda para trás” e a empresa responsável pelo fornecimento de electricidade não lhe cobrará o valor equivalente ao que foi injectado na rede. Durante a noite, ou em dias nublados, continuará a utilizar energia da rede eléctrica mas esta não lhe será cobrada graças à que injectou anteriormente. Este método tende a ser mais eficaz para os utilizadores de painéis solares quando comparado à utilização de baterias pois estas tornam-se mais caras, pesadas e têm que ser substituídas de 5 em 5 anos.

Mito 4: Os painéis solares requerem manutenção

Os painéis solares não possuem partes amovíveis e não requerem manutenção regular. É recomendável que os painéis solares sejam limpos aproximadamente uma vez por ano mas muitos utilizadores não o fazem, preferindo que a chuva trate disso J A falta de limpeza dos painéis solares traduz-se numa perda de eficiência energética ligeira (aproximadamente 5%) durante o período de vida destes. No entanto, caso existam detritos de maiores dimensões a cobrir os painéis é recomendável seja feita uma limpeza. Hoje em dia os painéis solares já trazem software de monitorização que lhe permite identificar quebras anormais na energia gerada. Existe ainda a possibilidade de o próprio instalador dos painéis solares ter acesso a este software e que o avise caso verifique alguma quebra abrupta.

Mito 5: Os painéis solares fazem com que o telhado da casa tenha infiltrações, se deteriore ou colapse

Os painéis solares na verdade protegem e preservam a parte do telhado que cobrem. Se porventura tiver um problema com o telhado e este necessite reparações, os painéis solares podem ser removidos facilmente já que a maior parte dos painéis não está fixado ao telhado em si. Nota: se o seu telhado já tem infiltrações ou precisa ser substituído, é conveniente que o faça antes de colocar os painéis.

Mito 6: Os painéis solares ainda são tão caros que nunca se vão pagar a eles próprios

Infelizmente, a maioria das pessoas ainda pensa que os painéis solares são para os endinheirados ou para os “hippies”, quando na verdade muitos utilizadores o fazem simplesmente para reduzir a conta da electricidade e poupar algum dinheiro. Vários estudos demonstram que o investimento em painéis solares, em média, fica pago 7 a 15 anos após estes terem começado a ser utilizados.

Mito 7: Quando ocorre um corte na rede eléctrica, ainda vou ter electricidade em casa

Quando há um corte na rede eléctrica, os painéis solares ligados à rede pública também deixam de funcionar para que os técnicos consigam resolver o problema sem perigo. A solução para esta situação (felizmente rara) é comprar um gerador, caso não consiga ficar algumas horas sem electricidade.

Mito 8: Os painéis solares são inestéticos

Os painéis solares estão cada vez mais na moda! Apesar de não condizerem com a cor do telhado são uma afirmação da preocupação com o ambiente e com a poupança de recursos. Existem ainda várias opções e estilos que poderão fazer com que os painéis solares escolhidos se tornem mais discretos e low-profile, comparativamente aos mais antigos.

Mito 9: Os painéis solares necessitam de um sistema especial para seguir o ângulo do sol

Apesar destes sistemas permitirem uma maior eficiência para o sistema de painéis solares, geralmente os ganhos não são significativos o suficiente ao ponto de compensarem a sua instalação e manutenção, no caso de instalações em habitações particulares. Para além disso, a maior parte destas habitações não dispõem do espaço suficiente para instalar este tipo de sistemas.

Via: One Block Off The Grid

A sustentabilidade nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Londres 2012

A Comissão para Londres Sustentável 2012 disponibilizou ao público o vídeo abaixo, com o intuito de nos dar a conhecer o papel da sustentabilidade no desenvolvimento dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Londres 2012. A peça aborda questões tais como as metas de sustentabilidade impostas aquando da fase de candidatura da cidade, se estas foram atingidas e se os Jogos Olímpicos de Londres foram os mais sustentáveis de sempre.

 

Planeie para poupar recursos

No dia-a-dia, existem várias formas simples de poupar recursos, no entanto, como muitas delas exigem um pouco de preparação e planeamento, é comum preferirmos soluções de curto-prazo que, a seu tempo, se acabam por revelar mais dispendiosas para nós e para o meio-ambiente. Deixamos algumas sugestões:

  • Evite comprar garrafas de água de plástico. Sempre que possa, utilize um recipiente alternativo para transportar a água, reenchendo-o sempre que esta termine. Adquira um filtro de água e utilize água da torneira;
  • Transporte as compras do supermercado em sacos próprios para serem reutilizados;
  • Reutilize os sacos de plástico das compras – existem mil e um usos que lhes pode dar;
  • Mantenha-se informado. Existe uma série de sites e blogues disponíveis para saber como poderá continuar a poupar recursos e, simultaneamente, viver uma vida mais sustentável.

7 dicas de sustentabilidade para poupar durante uma viagem

Com as férias ao virar da esquina, é normal que comecemos a fazer os preparativos necessários para ir de viagem. Para todos aqueles que estão a pensar utilizar o carro neste período de descanso, deixamos algumas dicas que o poderão ajudar a poupar no combustível e noutros problemas que possam surgir durante a viagem.

  • Conduza sensatamente. Evite o excesso de velocidade, assim como acelerações e travagens bruscas;
  • Esteja atento ao ar dos pneus do seu carro, certificando-se que estes têm a quantidade de ar aconselhada;
  • Desligue o carro sempre que possível e evite inactividade desnecessária;
  • Realize check-ups regulares ao motor e controlos do carro de forma a evitar o consumo excessivo de combustível, velas de ignição desgastadas, o “arrastar de travões”, fugas do fluído de transmissão ou problemas na transmissão;
  • Considere a aquisição de um automóvel altamente eficiente a nível do consumo de combustível. Um veículo híbrido ou outro que utilize combustíveis alternativos, poderá poupar-lhe muita gasolina e ajudar o meio ambiente;
  • Realize vários afazeres numa só viagem. Muitas viagens curtas, cada uma com um arranque a frio, podem consumir o dobro do combustível que utilizaria numa única viagem com a mesma distância, quando o motor está quente;
  • Se possível, utilize o sistema de Cruise Control (controlo de cruzeiro) na auto-estrada. Este ajuda a manter uma velocidade constante e, na maioria dos casos, economizar combustível.

Esperamos que estas dicas o ajudem na sua viagem e, já agora, desejamos-lhe umas óptimas férias! 🙂