3º Seminário Fly to Grow – voos rumo à Internacionalização

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25 de junho 2014

Viajar sozinho para novas paragens pode trazer alguns riscos.                                Como preparar a comunicação e que aliados escolher para melhor chegar ao destino?

Bem-vindos à 3ª edição do Fly to grow, com a qual nos propomos trazer conteúdos úteis e diferenciadores para o empreendedor que ambiciona operar em mercados internacionais.

Esta iniciativa assinala também a recente parceria celebrada entre a ilimitados – the marketing company® e a AIESEC, organização internacional sediada na Universidade de Aveiro, que dinamiza estágios internacionais e promove assim a integração de jovens de todo o mundo em estágios de diferentes áreas.

O seminário conta ainda com o apoio da Câmara Municipal de Águeda, autarquia que tem vindo a desenvolver um forte acompanhamento aos empresários locais em processo de internacionalização, bem como da Disha Gourmandise, que nos brindará com as suas delícias no tea & biscuit break.

It’s time to fly!

Para garantir a sua participação deverá preencher a Ficha de Inscrição

 

Programa

9h00 Recepção dos Participantes
9h30 Painel I – IR PARA FORA CÁ DENTRO
– Pedro Alves, Câmara Municipal de Águeda – Dinâmicas de Internacionalização do Município
– Juliana Rocha, AIESEC Aveiro – apresentação da organização e do projecto de estágios internacionais
– Isabel Oliva-Teles,  Ilimitados – the marketing company® – A importância da comunicação nas relações de  negócios

11h00 PAUSA, TEA & BISCUIT BREAK
16h15 Painel II – PAINEL II – ASPECTOS PRÁTICOS DAS TRANSACÇÕES INTERNACIONAIS
– Ana Teresa Almeida, MVA Advogados – Aspectos legais a considerar e partilha de experiência com o AICEP na Alemanha
– José Luís Freitas, Despachante Oficial – Circulação de bens dentro e fora da União Europeia
– Sérgio Patrício,  Grupo Stef – Transportes e logística de produtos sob temperatura controlada
Espaço para debate

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No pedalar é que está o ganho!

ilimitados responsabilidade social

A utilização de bicicletas por grupos de colaboradores de uma organização para ir e vir do trabalho é cada vez mais uma tendência associada a boas práticas sociais, empresariais e ambientais. Algumas das maiores empresas dos E.U.A., tais como o Facebook, Apple, Hewlett-Packard e General Mills tornaram-se adeptas deste conceito tendo sido consideradas “amigas do ciclismo” pela Liga Americana do Ciclismo.

Existem vários benefícios claros para o bem-estar dos colaboradores e do ambiente mas há alguns que se destacam, tais como:

  • O aumento da produtividade dos colaboradores já que a sua concentração aumenta, tornando-se mais produtivos e com um desempenho melhor e mais eficiente;
  • Melhoria da saúde dos colaboradores;
  • Redução dos custos com o estacionamento;
  • Redução das emissões de carbono;
  • Redução da rotatividade dos colaboradores, pois estes sentem-se mais valorizados;
  • Uma comunidade de ciclistas dentro da organização torna-se mais económica que a realização de contratos com ginásios;
  • Melhoria do trabalho e equilíbrio dos colaboradores reduzindo o tempo despendido no ginásio;
  • Envolvimento da comunidade já que as bicicletas podem ser produzidas localmente, criando postos de trabalho em lojas/oficinas de bicicletas locais e contribuindo para uma economia sustentável (em Aveiro temos o exemplo do designer Noca Ramos).

A utilização de bicicletas para percorrer o caminho até ao trabalho é uma prática win/win para as organizações, colaboradores e para a comunidade. Não só os colaboradores ganharão uma maior sensibilidade relativamente à comunidade e aos negócios locais como também ficarão mais bem-dispostos, pouparão recursos e melhorarão a sua saúde.

Via Taiga Company

10 dicas sobre como reciclar

1 – Encontre o sítio ideal para colocar os recipientes da reciclagem. A maior parte dos itens vem da cozinha tornando-a na, na maior parte dos casos, no local ideal para os colocar.

2 – Para evitar derramamentos e afins, prefira recipientes sólidos para colocar garrafas de vidro e latas de alumínio que possam ter um conteúdo pegajoso.

3 – Devolva os sacos de plástico aos supermercados para que possam ser recolhidos e reutilizados para fazer madeira plástica.

4 – Identifique o tipo de plástico do material. Se esse tipo de plástico não poder ser reciclado no centro de reciclagem da sua área tente encontrar formas de o reutilizar.

5 – Poupe tempo e água quando reciclar latas e garrafas. Graças à evolução dos centros de reciclagem já não é preciso retirar os rótulos das embalagens.

6 – Recicle a publicidade não endereçada ou utilize-a como papel de rascunho.

7 – Jornais, revistas e papeis brancos podem ser todos reciclados desde que o papel esteja limpo e seco. Deve-se no entanto retirar plásticos, autocolantes ou elásticos. Os agrafadores e as janelas de plástico dos envelopes não precisam ser removidos.

8 – Recicle baterias gastas, tais como as usadas em telemóveis, computadores ou ferramentas eléctricas.

9 – Para facilitar o processo, divida as tarefas de reciclagem entre os membros da família.

Fonte: Countryhome

Sustentabilidade, saúde, confiança e bem-estar

Este vídeo criado pela Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica do Porto faz um breve resumo do papel da sustentabilidade, confiança, saúde e bem-estar na melhoria da qualidade de vida e alimentação do ser-humano. Vale bem a pena ver!

O que é a sustentabilidade?

Na prática, a sustentabilidade consiste na promoção da exploração de determinadas áreas ou na utilização de determinados recursos, prejudicando o menos possível o equilibro da biosfera que dele depende.

Apesar de parecer um conceito longe de ser economicamente viável, não é bem assim! Mesmo no caso das actividades que causam um grande impacto no planeta, como a extracção de minério, a fabricação de papel e celulose, a agricultura em larga escala, etc. verificou-se que a aplicação de práticas sustentáveis não só é economicamente viável como, em alguns casos, veio ainda poupar dinheiro às empresas.

Pode-se afirmar que garantir a sustentabilidade de um projecto ou de determinada região, é dar garantias de que mesmo explorada, essa área continuará a promover recursos e bem-estar económico e social para as comunidades que nela vivem, mantendo a capacidade de regenerar-se, mesmo com intervenção do ser-humano.