O consumidor digital numa sociedade complexa

Nos dias de hoje, são cada vez mais os consumidores que se encontram constantemente ligados à internet, independentemente da hora ou local, quer através de computadores, de tablets ou smartphones.

Não é por isso de admirar que o INE tenha registado entre 2002 e 2011 um crescimento médio anual de 13% no que respeita ao acesso à internet, com 60% dos portugueses a estarem conectados à rede. A utilização da internet móvel tem também crescido bastante – já são 2 milhões os portugueses que acedem à internet através dos seus telemóveis.

Javier Olivan, Director de Internacionalização do Facebook, indica que em Portugal existem à volta de 3 milhões de utilizadores activos nesta rede social – consumidores despertos para as novas formas de publicidade e que já sentem a necessidade de uma partilha de emoções, preferências e experiências com as organizações.

É natural que, cada vez mais, e especialmente devido à crise económico-financeira, a publicidade nos meios tradicionais venha a ser gradualmente substituída pela publicidade nos meios digitais. Esta última tem uma vantagem enorme relativamente à publicidade tradicional já que pode ser medida muito mais eficazmente, a ponto de permitir conhecer o retorno efectivo face ao investimento realizado pelas organizações.

De acordo com um estudo da Forrester, estima-se que no ano de 2016, os orçamentos no Reino Unido destinados a publicidade online irão mesmo ultrapassar os da publicidade em televisão. É de esperar que esta tendência se manifeste também em Portugal em breve pois os portugueses já passam mais tempo por semana a navegar na internet (14,1 horas) do que a ver televisão (13,7 horas).

Apesar deste claro crescimento, 53% das organizações presentes numa rede social admite não ter uma estratégia delineada para os meios digitais. Esta situação deve-se, em parte, à rápida velocidade com que este shift ocorreu, com muitas organizações a considerarem o online como uma moda ou até mesmo uma “brincadeira”. Uma abordagem deste género descura a necessidade de uma estratégia digital que comece desde já a construir bases sólidas para uma presença online futura.

É por isso urgente que as organizações despertem para esta realidade. Quanto mais cedo o fizerem, mais depressa conseguirão estar presentes nos motores de busca no momento exacto em que os consumidores pesquisam informação sobre um produto e, acima de tudo, transformá-los em fãs da marca, numa altura em que estes se revelam cada vez mais fiéis às organizações que são transparentes e se apresentam de forma humana.

João Arruda
ilimitados – the marketing company
In Diário de Aveiro

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Lógica VS Criatividade

O hemisfério esquerdo do cérebro, responsável pelo pensamento lógico e competência comunicativa, é dominante em 98% dos humanos. Por sua vez, o hemisfério direito é responsável pelo pensamento simbólico e criativo.

Será que um deles é melhor que o outro? Dependerá dos projectos em mão?

Veja o infográfico abaixo, descubra como esta questão se aplica inevitavelmente à realidade dos marketers e partilhe connosco a sua opinião!

Já conhece a regra dos 20-20-20?

Segunda ela, os oftalmologistas aconselham quem utilize o computador de forma intensiva a descansar a vista de 20 em 20 minutos, olhando durante 20 segundos para um ponto situado a pelo menos 20 pés (6 metros) de distância.

Aproveite este inicio de semana para experimentar e,  se quiser levar o exercício mesmo a sério, instale esta extensão para o ajudar a não perder a noção do tempo. 🙂

Boa semana e bom trabalho!

Mudam-se os tempos, mudam-se as Marcas!

Os tempos mudaram! E as marcas não foram excepção. As marcas estão cada vez mais humanas, transparentes e acessíveis. Será este fenómeno uma tendência?

Actualmente a sociedade atravessa uma alteração de paradigmas, e algumas marcas estão a transformar esta mudança numa oportunidade.

Com a proliferação das redes sociais e consequente democratização do dom da “palavra”, os consumidores tornaram-se Lideres de opinião e adquiriram o poder de explanar todos os seus sentimentos, sobre as marcas que os rodeiam. Este fenómeno colidiu directamente com as marcas menos preparadas para esta mudança, levando algumas a reequacionar as suas presenças online.

Não existe maneira de não pertencer a este novo mundo digital. As marcas apenas têm a opção de entrar no jogo e assumir as suas fraquezas como parte integrante do seu posicionamento. “Se não os consegues vencer, junta-te a eles!” Esta posição perante a nova realidade digital tem-se vindo a verificar uma mais-valia para as organizações. Segundo a Reevoo, 68% de consumidores confiam em avaliações de consumidores quando vêem avaliações positivas e negativas juntas, enquanto 30% desconfia de censura ou avaliações falsas se não houver comentários e avaliações negativas juntas. Mais ainda os consumidores que se esforçam para ler as avaliações negativas acabam por comprar 67% mais vezes que a média.

As redes sociais são os novos livros de reclamações, com maior acessibilidade, visibilidade e interacção. No estudo da Matriz Research em Setembro de 2011, aferiu-se que 76% das pessoas que apresentam reclamações via Twitter não recebem resposta da marca. Mas entre aquelas que foram contactadas, 83% gostou ou adorou que a marca respondesse, e 85% ficou satisfeito com a resposta.

O mundo digital é uma realidade e as marcas são parte integrante. Quanto tempo mais precisão as organizações para se inteirarem desta realidade?!

“Todo o Mundo é composto de mudança, tomando sempre novas qualidades.” Luís de Camões

Romeu Cascais

Consultor na ilimitados – the marketing company

In Diário de Aveiro

10 dicas sobre como reciclar

1 – Encontre o sítio ideal para colocar os recipientes da reciclagem. A maior parte dos itens vem da cozinha tornando-a na, na maior parte dos casos, no local ideal para os colocar.

2 – Para evitar derramamentos e afins, prefira recipientes sólidos para colocar garrafas de vidro e latas de alumínio que possam ter um conteúdo pegajoso.

3 – Devolva os sacos de plástico aos supermercados para que possam ser recolhidos e reutilizados para fazer madeira plástica.

4 – Identifique o tipo de plástico do material. Se esse tipo de plástico não poder ser reciclado no centro de reciclagem da sua área tente encontrar formas de o reutilizar.

5 – Poupe tempo e água quando reciclar latas e garrafas. Graças à evolução dos centros de reciclagem já não é preciso retirar os rótulos das embalagens.

6 – Recicle a publicidade não endereçada ou utilize-a como papel de rascunho.

7 – Jornais, revistas e papeis brancos podem ser todos reciclados desde que o papel esteja limpo e seco. Deve-se no entanto retirar plásticos, autocolantes ou elásticos. Os agrafadores e as janelas de plástico dos envelopes não precisam ser removidos.

8 – Recicle baterias gastas, tais como as usadas em telemóveis, computadores ou ferramentas eléctricas.

9 – Para facilitar o processo, divida as tarefas de reciclagem entre os membros da família.

Fonte: Countryhome

Sessão de MPPO na EUROSTAND

No final de 2011 a ilimitados realizou uma sessão de MPPO com a equipa da EUROSTAND. A acção foi muito gratificante para ambas as partes e demonstra o impacto que o pensamento conjunto e a troca aberta de ideias pode ter para a inovação nas organizações.

O momento ficou documentado na imagem abaixo, publicada num artigo da edição de Fevereiro de 2012 da revista “Portugal Inovador”.

EUROSTAND - Sessão de MPPO